Por um pequeno grande motivo besta
A amizade se desfez feito fumaça preta
Nublando todo o céu do meu carinho
E a esperança de continuar a ser o seu amigo.
Por um pequeno grande motivo besta
A cor dos meus olhos viraram cor de lágrimas
A angústia que persiste em ainda ser meu carma,
Sobressaiu-se em minha calma.
Por um pequeno grande motivo besta
Meus dias tem se tornado mais compridos
Os sons das músicas que tenho ouvido,
São semi-indiretas que já me fizeram rir contigo.
Por um pequeno grande motivo besta
Devasto a bateria do meu celular,
A energia no meu caminhar
A alegria do meu relembrar
De tantos sorrisos que dei sem ser seu inimigo.
Por um pequeno grande motivo besta
Engasgo com as suas indiretas duras
Afogadas em argumentos falhos
Precipitada por um momento raro
E tão raro torna-se a esperança
(ainda por esses pequenos grandes motivos besta)
De uma esperança cabível dentro de um espaço cheio de "desamor".
Toda a mente fraca
De uma grande pequena amizade forte
Faz com que se perda, o que já era de ser perdido.
Resta-se: saudades.
Pois...
"Amores sempre serão amáveis"
terça-feira, 29 de setembro de 2015
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Algodão
Quando já
Não se nota
A presença,
A saudade vira lenda.
E lenta segue
A ausência
Junto da esperança de
Um dia ser...
...de algodão.
Para reler ao som de "Cícero - João e o pé de feijão"
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