Saio do post número 23 em grande estilo com o texto do meu querido amigo, Matheus!
Cruel serenata.
Se alguém pode ouvir
a música que entra por baixo
dessa brilhante porta,
esse alguém não sou eu.
A mera insensibilidade que sinto,
renegada pelo largos goles de Absinto,
transformada; logo após reduzida a pó....emocional.
Uma completa surdez em relação ao fícus arpejante.
Coreto que me abrigou,
na noite, na qual entoei longos graves,
e fui cego, acima de tudo.
Também humilde, como se fosse um outro qualquer.
Pise, pise, pise!
Ore, ore, ore!
E deixe-me em paz,
enquanto repouso no leito de ar,inconsciente...
Quando se sentir onda, que corta o caminho...
Quando se ver como pássaro, redescobrindo o ninho...
Entenda claramente que a batalha é pequena
e principalmente, que a real vitória vem e vale a pena.
Que os sonhos de pedra sejam toantes,
e os dedilhados plangentes,
aproximem nossa gente,
às vezes assim... meio distante.
Matheus Oliveira.