sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Acabou
Mas não chorare.
Começou.
De repetente, virou vício
Porém desde o início
O aviso foi dito:
Cuidado!
Sem dar valor na importancia
De um aviso dito
Recomendação virou um risco
Tentativa de não se entregar.
Acabou
Mas não chorare
Por quê o dia nasce
E a coragem cresce
Mesmo quanto tudo se parece
Com a grande mentira
Que é viver ó.
se pá faz tempo que tô por aí
tentando achar tempo pra ser
o que agora não dá pra ver

tanta mudança ocorreu
o tempo passou e você não percebeu
deixou de lado o baixo astral
mas agora se pá tá mais do que real
a vontade de voar e ver
pra ser de corpo inteiro
é necessidade meu parceiro
o ritmo a voz o corpo
em movimento

se pá é meio assim
os dias passam e o branco vem
tu re-lê o que já escreveu
fica de cara com tanta coragem...

estar feliz é sinônimo de vaidade?

pra que ser feliz e deixar de ver
pra que ser feliz e não perceber
olha pra dentro de você
ser feliz não é obrigação.

eu não aguento mais lembrar de você
mas que caralho você botou em mim
já era pra eu te esquecer
caralho não foi na verdade,
talvez um tronco de árvore.

Quero brincar com esse sentimento
mas a real é que tô no chão
não tem poesia não tem nada
é uma par de podridão

Chorar eu não vou mais,
Tô vendo você aí felizão
De tanto te ver com outra
Já até perdi o tesão,
mas que caralho você botou em mim
Presta atenção

Eu sei que isso se não fez
Falar de amor assim é fácil
Amar parece bom mas é ruim
Sai de mim, caralho!

Não era pra te expor assim,
Eu sei que falo demais,
Fazer o que se eu sou assim
Desatento nem vi o caralho entrar.
dissolução
de sementes em um ser
dissolução
um olhar que encosta
dissolução
cada fio, fio a fio,
seus pés
minhas mãos.

imensidão
teu ar em grãos
imensidão
um sim, as vezes não
imensidão
um dia é um ano
evolução

Existência simples.
dói.
Exala.
Amor: Joaquim.



Lenine-ar não é fácil
de um poema qualquer
uma melodia que invade
alguns passos soltos
não os ouço

eu tenho dentro de mim
um gramofone barato
as notas são falsas
mas consigo pagar o pato

partilhar não é fácil
mas fica bonito cantado
isso era pra ser uma bossa
mas acho que meu estilo é outro.

Ainda não sei pra que estou
Não ao seu dispor
Mas ouço tanto gente linda dizer
as vezes preciso acreditar

O amor é assim
Parece ruim mas é bom
Eu não sei fazer rima,
mas nessa sina amar eu também vou

Pareço seco e áspero
as vezes nem tão pouco
Um cacho de cevada e eu me abro
Falar de amor é fácil.

Isso era pra ser uma bossa
Mas meu estilo é outro,
Não rimo nada com nada
Mas sei falar bosta.

Fim. 

O que me falta?

 Tenho me sentido estranha, mas hoje sei que preciso me sentir parte de um lugar muito especial. E sobre isso, escrevo assim: O que me falta...