Margaridas que tornam no apreciar dos olhos, menos o amargar da vida, motivo de infelicidade de algumas noites - saída para um novo dia. Margaridas, queridas flores que enganam o rancor e o pesar de vidas vazias. Margaridas, vivas. Machucadas, mulheres vivas. Angustiadas ao dormir, tentando curar suas feridas. À elas oferecem, margaridas. Quem dera pudesse curar, quem dera pudesse tornar menos doloridas as nossas vidas, com margaridas. Amargas vidas. O amanhã existirá para a esperança que ainda não morreu. E quando chegar, será o dia em que não mais delas encontrarão - as belas margaridas, feridas.
Descansar sobre os lençóis dos pensamentos mais profundos e desconexos. Uma noite - Sem data.
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
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