O som conduz
O rumo dos encontros
Dos nossos corações.
Quando conectados
Saem descalços pelas ruas
Dançando em circunstâncias simples,
Sem adornos
Entre os becos e vias
Da vida
Destoando dos transtornos.
Sons que pulsam e,
Invadem os ouvidos,
Atentos entre o movimento
Do embalo do seu umbigo
Sobre minhas mãos
Quentes, vibrantes...
Excitam meu libido.
Move,
Entre o som dessa batida
Cada parte do ar que res(piro)...
Deste olhar simples,
Dormir e acordar -
Entre isso,
Permanecer infinitamente
Dentro de ti!
"...infinitamente": esvaindo-se sobre as lacunas e o silêncio abismático. Ainda assim, infinitamente!
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