Torna-te quem tu és!
vem jovem, suba no cavalo
Não temas!
Porque penso que fazes a mesma coisa que eu,
aqui e agora, faço?
Me (re)ligando aos fatos, que se tornaram
pequenos crimes no acaso, e agora
no passado...
Como posso lembrar de ti, e
do que não existiu? Do que não há,
nem do que não existirá tão cedo, ou tão tarde?
Então sigo.
Continuo a inventar amores que tanto tenho feito.
Como quando fingi existir
e te chamei para dançar a canção que
ainda não conhecíamos...
como tu jovem, podes aceitar?
Ah! Como pôde?
Janeiro, 15.
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