Entre o amor e o ódio:
O Equilíbrio e o Caos.
Há entre o vão de nossas vidas
O fruto do bem e
O fruto do mal.
Não há de ser
Nenhuma fenda a se fechar
Nenhuma janela a se abrir.
Existência fugaz
Tornou-se a cada vão momento:
Vontade de sorrir.
Já não reluz o brilho do amor.
Já não queima a dor do ódio.
Prossegue.
Como(vida)?
Em p(artes).
Sobrevivendo.
Suportando.
Enfrentando.
06 de agosto às 00:06 - noite de despedida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário