Ela é a transformista da noite, a alegria fingida do bar.
Dos bares, e das noites.
Em cada mesa que para, encontra possibilidades diferentes para atuar.
Entre as conversas mais desconexas do mundo qual ela pertence (?), é impossível enxergar o que ela quer dizer quando, atentamente, coloca seus olhos, fixados e escuros, em cima dos meus.
Na noite, entre um copo de cerveja e um trago no cigarro, se sente tão a vontade que veste a máscara do lado de dentro, e coloca pra fora todos os autores que existem dentro dela.
Os personagens mais variados surgem em meio ao caos dessa cidade, mergulhados num profundo, e complexo estado.
Quando os amigos dela chamam, ela tenta voltar praquela roda de conversa, que fala sobre qualquer assunto que dificilmente a interessa.
Ela dança, ela passa e seduz quem está no seu caminho.
Fica puta quando perde a inspiração em toda essa gente que não consegue entender o tamanho do seu coração. Abraça todo mundo. Torna-se íntima de pessoas que mal conhece, diminui os espaços, estreita e esperta, ela consegue chegar onde quer.
Pega mal de limpar a boca, a bunda ou a boceta, tanto faz, ela quer botar pra fora aquilo que meche com o seu senso
de mais um copo americano quebrado, ou sotaque argentino manjado, e um sorriso carioca disfarçado. Quando seus amigos gritam pelo seu nome, ela tenta voltar, na roda de conversa que fala sobre qualquer assunto que geralmente não consegue ficar interessada. O seu interesse naquele momento é apenas atuar.
Atua dessa maneira quando sente livre, e afasta todas as barreiras que tentam mudar o seu caminho.
Atua dessa maneira quando sente livre, e afasta todas as barreiras que tentam mudar o seu caminho.
Uma dessas barreira, chama-se Liesel. Prazer, esse é apenas mais um dos seus eus. Liesel não é interessante para essa conversa de bar.
Voltando à transeunte de mesas, grupos e aglomerados.
Transitoriamente, passa
pelos cantos, suscita muitos encantos de homens e mulheres que nem imaginam o tamanho de seu pranto. Tanto, de tanto querer ser aquele que há por dentro,
pelos cantos, suscita muitos encantos de homens e mulheres que nem imaginam o tamanho de seu pranto. Tanto, de tanto querer ser aquele que há por dentro,
com seu copo de cerveja numa e o cigarro na outra mão. Num momento, ela simplesmente desaparece e volta com uma garrafa de conhaque e contine na mão, dizendo que de um é pró santo e outro é pra festa. Todos se reúnem em volta dela, enquanto ela fala. Ela é, ela vive, ela sente. Ela finge, e se sente bem com isso. E porque ela precisa de tudo isso? Ela tenta evitar o julgamento alheio, veste a fantasia de ser o outro que existe dentro dela, ela inventa mais como inventa.
Liesel, quem aqui vos fala é um corpo cansado, mal aproveitado pela falta de coragem e tempo, de descrever a transformista numa hora apropriada. Agora são 00:36 e já me vejo muitíssimo cansado!.
Por mais eu esteja quase sempre acompanhada, em todos finais de noite o que eu percebo é quão estou desamparada. A busca incessante por atenção disfarçada, torna cada vez mais longe a minha caminhada.
Eu sou a transformista da noite, a alegria fingida do bar. Dos bares, e das noites.
Em cada mesa que paro, encontro possibilidades diferentes para atuar. Entre as conversas mais desconexas do mundo qual eu pertenço (qual?), é impossível estabelecer relação entre um olhar e outro.
Na noite, entre um copo de cerveja e um trago no cigarro, me sinto tão a vontade que visto a máscara do lado de dentro, e coloco pra fora todos os autores que existem dentro de mim. Os personagens mais variados surgem em meio ao caos de mais um copo americano, ou sotaque argentino, e um sorriso carioca. Quando meus mais amigos me gritam, eu preciso voltar pro mundo, na roda de conversa que fala sobre qualquer assunto que geralmente eu não estou interessada. O meu interesse naquele momento é apenas atuar.
Atuo dessa maneira quando sinto liberdade, e afasto de mim todas as barreiras que dificultam o meu caminhar. Uma dessas barreira, chama-se Liesel. Prazer, esse é apenas mais um dos meus eus. Liesel não é interessante para essa conversa de bar. Voltando à transeunte de mesas, grupos e aglomerados, de quem eu estava falando.
Transitoriamente, Liesel passa
pelos cantos com seu copo de cerveja numa e o cigarro na outra mão. No momento, Liesel não existe. Quem aqui vos fala é um corpo cansado, mal aproveitado pela falta de coragem e tempo, de descrever a transformista numa hora apropriada. Agora são 00:36 e já me vejo muitíssimo cansado!.
Por mais eu esteja quase sempre acompanhada, em todos finais de noite o que eu percebo é quão estou desamparada. A busca incessante por atenção disfarçada, torna cada vez mais longe a minha caminhada.
Na noite, entre um copo de cerveja e um trago no cigarro, me sinto tão a vontade que visto a máscara do lado de dentro, e coloco pra fora todos os autores que existem dentro de mim. Os personagens mais variados surgem em meio ao caos de mais um copo americano, ou sotaque argentino, e um sorriso carioca. Quando meus mais amigos me gritam, eu preciso voltar pro mundo, na roda de conversa que fala sobre qualquer assunto que geralmente eu não estou interessada. O meu interesse naquele momento é apenas atuar.
Atuo dessa maneira quando sinto liberdade, e afasto de mim todas as barreiras que dificultam o meu caminhar. Uma dessas barreira, chama-se Liesel. Prazer, esse é apenas mais um dos meus eus. Liesel não é interessante para essa conversa de bar. Voltando à transeunte de mesas, grupos e aglomerados, de quem eu estava falando.
Transitoriamente, Liesel passa
pelos cantos com seu copo de cerveja numa e o cigarro na outra mão. No momento, Liesel não existe. Quem aqui vos fala é um corpo cansado, mal aproveitado pela falta de coragem e tempo, de descrever a transformista numa hora apropriada. Agora são 00:36 e já me vejo muitíssimo cansado!.
Por mais eu esteja quase sempre acompanhada, em todos finais de noite o que eu percebo é quão estou desamparada. A busca incessante por atenção disfarçada, torna cada vez mais longe a minha caminhada.
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